Articulações políticas

Uma articulação a chamar atenção é a do MDB em torno de ter ou não candidato a presidente. Temer gostaria de se lançar, mas isso não deve acontecer já que Henrique Meirelles começa a se delinear como um candidato mais talhado a defender o legado do governo. Boatos, no entanto, dão conta de que ele pode acabar na chapa do PSDB, como vice de Geraldo Alckmin. Outro nome cogitado para esta posição seria Mendonça Filho, atual ministro da Educação pelo DEM, a sair também agora no início de abril. No DEM, Rodrigo Maia, presidente da Câmara, deve ser aclamado em convenção do partido, mas também parece não convencido desta decisão. Cesar Maia, seu pai, é contrário. Acha que o partido deve barganhar esferas de influência em torno de agendas comuns, apenas “reforçando” qual influência terá no governo Alckmin ou Meirelles, se um dos dois avançar nas eleições.

Pela esquerda, segmentos do PT já começam a aceitar a ideia de lançar Fernando Haddad como candidato do Partido, na hipótese cada vez mais forte de saída da disputa do ex-presidente Lula da Silva. Marina Silva e Ciro Gomes seguem nas suas articulações, tentando achar um vice que ajude na capilaridade das suas candidaturas. Guilherme Boulos, do MSTM, acabou lançado pelo PSOL.

2018-03-06T12:52:56+00:00 março 6th, 2018|

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